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terça-feira, 19 de abril de 2011

Ministério de Louvor não é brincadeira, é coisa SÉRIA!


Mostar-me tuas mãos e teus frutos, levita!
 Nesta terça, dia 19 de abril, ensaiamos das 22:00 até as 0:00 porque teremos um acústico no próximo domingo e desejamos fazer o melhor para o Eterno. E fazer o melhor exige santidade, compromisso e qualidade!

Alguns de vocês podem se perguntar porque o blog do ministério de louvor não fala quase nunca sobre louvor, músicas e arranjos. Não falamos por que creio que o louvor é consequência de uma vida de santidade e compromisso com Jesus e nosso Pai Adonai.

Não adianta vir aqui com meia dúzia de informações sobre música, se o que menos importa é a música e sim o musicista e sua santidade. Aquele instrumento primordial na confecção da adoração: o indíviduo!

Então, falar sobre louvor é falar sobre o caráter do músico. Não adianta estarmos no altar cantando se aqui embaixo, fora da plataforma nos comportamos como verdadeiros ARTISTAS. Artistas frustrados, vazios da presença de D'us. Esnobes os quais não auxiliam um irmão quando este está em necessidades.

Sendo bem sincero! Pra mim, gravar CD, ministrar seminários, etc...NÃO É NADA! NADA MESMO! Se eu não for humilde, simples e cordial! Querer gravar um CD, sim eu quero. Mas isso é consequência do trabalho para com a Igreja e seu Senhor.

A Igreja não precisa de IDIOTAS fantasiados de adoradores, desculpe-me a franqueza. Chega de dar audiência para esta classe tão PSEUDA, que não se compara com aqueles que são verdadeiramente  adoradores.

Aqueles que não sobem no altar esperando comover a Igreja, mas deixam ser usados como instrumentos de cura, transformação e santidade! Agentes que são as mesmas pessoas no altar e fora dele, onde o altar e a congregação são apenas o reflexo do verdadeiro ser que adora em Espírito e Verdade no interior de seu quarto, e que tem intima humildade para com seus irmãos.

Altar não é lugar de mentiras, soberba e criancice! Altar é lugar de coisa séria! E o louvor que agrada ao Eterno vem de pessoas que são integras, companheiras, santas e sérias!

Shalom

Everson Tavares, desabafo!

6 comentários:

  1. Tudo que foi dito através das palavra foram de extrema verdade!
    Concordo com sua visão, hoje é a realidade que vemos em nossas igrejas, infelizmente!
    Se realmente não tivermos com os pés na cruz não continuaremos.
    ARTISTAS,é a palavra certa para definir alguns no nosso meio,vc não vê nem 1% de Deus, só a graça do Senhor para nos sistentar...
    Sabe o que falta nas Igrejas, mas busca, humildade e conhecimento verdadeiro no sentido do Reino, e viver isto!
    Parabéns pela bela postagem...

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  2. Obrigado pelo comentário. Sinta-se a vontade para comentar sempre que quiser.

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  3. muito bom o seu post. Estou preparando um estudo sobre santidade no altar para trabalhar com o ministério de louvor da minha igreja, e buscando material no Google, cheguei até este blog. Com certeza, seus argumentos me ajudaram a formatar em minha cabeça aquilo que estou planejando estudar com os nossos ministros. Deus seja conosco e nos ajude sempre a entender o nosso papel dentro desse ministério e dentro da igreja! Paz!

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  4. Que nossa dependência de Deus e nossa humildade seja sempre crescente nEle e para Ele.

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  5. Ambientes barulhentos agridem

    Na 22ª. segunda semana de gravidez, a cóclea, órgão que abriga todos os componentes da audição dentro da orelha interna, já está completamente formada. Isso quer dizer que o bebê ouve a mesma coisa que você.

    Estudos já demonstraram que o líquido amniótico pode amplificar alguns tipos de som, como os muito graves. A voz da mãe também é amplificada em cerca de 5 decibéis.

    Um estudo chegou a mostrar que mulheres que trabalhavam oito horas por dia num ambiente de muito barulho (em volumes que exigiam proteção auricular) corriam mais risco de ter bebês com problemas auditivos.

    Além disso, é preciso considerar que um barulho muito forte faz com que o organismo da mãe produza hormônios ligados ao estresse, fazendo o coração acelerar, o que não é bom para a saúde cardíaca do bebê.

    Os bebês, desde o útero materno, ouvem e reconhecem vozes. Sabe-se também que são capazes de sentir emoções da mãe, de se assustar e que após o nascimento terão memórias da vida intra uterina.

    O psiquiatra canadense Thomas Verny explica no livro “Bebês do Amanhã: Arte e Ciência de Ser Pais”, que desde os primeiros meses de gestação, a criança é capaz de identificar certos acontecimentos.

    “Com 4 meses e meio, se você acender uma luz forte na barriga de uma gestante, o bebê vai reagir. Se fizer um barulho alto, ele tenta colocar as mãos nas orelhas. Se colocar açúcar no liquido amniótico, ele vai dobrar a ingestão. Bebês gostam de açúcar! Quando se coloca algo amargo, o bebê para de tomar o líquido e faz cara feia. Eles sentem a diferença entre doce e amargo, reagem à luz, ao toque e ao barulho.”

    Vídeo-game e todos os brinquedos sonoros devem ser avaliados pelo som que emitem. “O sistema auditivo é um órgão sensorial extremamente delicado e passível de lesões se for muito carregado, principalmente em bebês, que têm uma sensibilidade auditiva muito apurada. A célula ciliada do ouvido interno do bebê sofre com o ruído excessivo e esse abuso pode acabar levando à sua destruição”, alerta o otorrinolaringologista Jamal Azzam.

    A indicação é sempre manter os pequenos longe de ambientes muito barulhentos, seja um local fechado ou na rua, onde o som do trânsito também causa incômodo. Se for inevitável fugir desses locais, o ideal é proteger os ouvidos da maneira certa. “Muitos pais usam algodão para tapar o canal auditivo, mas isso não garante a vedação necessária do som. Uma opção é usar fones de ouvido de boa qualidade que preservem a audição”, finaliza Azzam.

    “Há uma região no cérebro chamada “tálamo”. Esta é a parte do cérebro na qual a música é percebida. No tálamo as emoções, sensações e sentimentos são percebidos antes destes estímulos serem submetidos às partes do cérebro responsáveis pela razão. A música, portanto, não depende do sistema nervoso central para ser assimilada imediatamente pelo cérebro. Ela passa pelo aparelho auditivo, pelo tálamo e depois vai ao lobo central.

    A “batida” que substitui o ritmo provoca um estado de emoção que a mente não discerne. Desorganiza a química. As batidas graves da percussão afetam o líquido cerebrospinal.
    O volume (amplificado) das músicas acima de 50 decibéis prejudica a audição e a saúde cerebral”.

    “Cantem-lhe uma nova canção; toquem com habilidade ao aclamá-lo.” (Sl 33:3 – NVI)

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  6. Ministro de música


    1. Toda pessoa tem o sagrado direito de frequentar os cultos e atividades da igreja e de sentir-se muito feliz, sereno, confortado, em qualquer idade.

    2. O ouvido tem alta sensibilidade e suporta confortavelmente, por uma, duas horas, no máximo, 50 decibéis. Passou disso, além do mal que faz à saúde, incomoda muito.

    3. Todo instrumento pode ser usado no louvor, mesmo sabendo que há aqueles próprios para o culto.

    4. Culto não é show.

    5. Não existe hino ou música velhos.

    6. É preciso selecionar hinos próprios para cada ocasião, com mensagem, poesia, melodia, harmonia, ritmo. Ritmos assincrônicos desorganizam a química cerebral. Derrubam pessoas e até muros. Josué 6:20 Juízes 7:18

    7. Fundo musical durante o culto não pode interferir, desconcentrar, incomodar; use-o com muita inteligência. Ninguém suporta um teclado dedilhado pra lá e pra cá, aleatoriamente. Se for um hino próprio para a ocasião, baixinho, tudo bem, mas notas soltas...nem pensar.

    8- A música tem o poder de mobilizar as estruturas mentais.


    9- Culto animado não é sinônimo de barulho. Reverência, participação, adoração, comunhão, consagração, dedicação, apontam para o equilíbrio. O templo não é um lugar sombrio, triste, com silêncio sepulcral, é um espaço de alegria, louvor, transformação, decisões.


    10- Se você faz parte da equipe de músicos, nunca fique se distraindo e brincando com os instrumentos no altar, após o culto.

    “E Quenanias, príncipe dos levitas, tinha cargo de entoar o canto; ensinava-os a entoá-lo, porque era entendido nisso.” 1º livro de Crônicas 15.22.


    Ivone Boechat

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