Total de visualizações de página

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fim de ano





Estamos chegando ao fim de mais um ano. Começam as promessas, idealizações e metas para o novo ano que virá, como sempre se faz.


O problema não está nas promessas, idealizações e metas, o problema está na inconstância  de mantermos o que projetamos.

Quantos projetos iniciaram este ano cheios de empolgação, mas que assim como uma latinha de Coca-Cola perde o seu gás em minutos, em questões de semanas já não passavam de apenas projetos.

Mas este ano o Geração Livre viveu algo que há três anos vive: superação e continuidade. Em fevereiro, voltamos firmemente com os ensaios, em março iniciamos a célula de discipulado e desenvolvimento ministerial, em maio tivemos o Seminário de Santificação nível 2 com a Pra. Sarah Sheeva, que em minha opinião foi muito mais produtivo que o 1, em junho, fomos convidados pela coordenadoria de filiais do CEI para ministrarmos no 1º INTERCEI, onde tivemos a honra de ministrar uma de nossas canções.

INTERCEI - Pura adoração

 
Seminário de Santificação nível 2 - Muito bom!

Aniversário da Elaine...Pizza, bolo e refri...


E não parou por aí, vários convites surgiram, o mais recente foi no aniversário de 18 anos do CEI de Barra de São João, mês passado, onde ministramos além de canções conhecidas, mais duas de nossas canções. E onde mais me importava que frutificássemos, em nossa própria casa, no CEI de Cabo Frio, eu pude e posso ver não apenas por fé, mas em fatos como o Geração Livre cresceu em dedicação e compromisso com a sua casa.



Acústico. Noite emocionante!
 
Tivemos o acústico, onde músicas antigas se mesclaram com as novas e as nossas. Simplesmente lindo!


É muito bom ouvir de meus lideres, Pr. Fabrício, Pr. Cristiano e Ev. Rafael Lemos que tanto nos dias de domingo como nos de terças e quintas o louvor tem fluido. Tem-se observado uma atmosfera de adoração e quebrantamento durante as ministrações. Isso vale mais do que mil convites. Sermos bênçãos em nossa própria casa, em nossa igreja!


Tivemos ganhos, novos integrantes que somaram muito e perdas, tiveram de caminhar longe da gente, mas que nos deixaram saudades.

Supresa no meu aniversário...não esperava...me emocionei muito


Tivemos boas surpresas, nascimentos, casamentos, noivados e um baita susto. Um susto que fez todo este ministério orar e interceder por este que vos escreve. Se eu ja os amava, imagine depois disso. É por amá-los que pego no pé de cada um. É por amá-los que sou chato com horários e faltas, simplesmente por amá-los.

E para 2012, temos muito mais a fazer. Temos o projeto Teu é o Reino, onde aplicaremos tudo que ministramos nas reuniões de células em ação. Propagar o Reino de D’us através das canções e das atitudes. Obras de relevância! Obras de bondade!

Também em 2012, o projeto musical do Geração Livre será lançado com músicas próprias. Logomarca oficial do grupo e nova roupagem no nosso blog!


As turmas da Escola de Levitas terão novo foco. As células com estudos significativos das Escrituras. Levita sem Palavra é alvo fácil de achismos e jargões pseudo-teológicos.


O lançamento oficial dos trabalhos será no dia 7 de janeiro de 2012, quando também teremos a palavra dada pelo amigo e teólogo Igor Miguel e a palavra de encerramento dada pelo nosso pastor Fabrício Valadares.

Obrigado Senhor, até aqui tem nos ajudado!


Enfim, 2012, ano de produção, ano de frutos.

Shalom


Pb. Everson Tavares e Dca Elaine Tavares

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Introdução do livro “A ARTE NÃO PRECISA DE JUSTIFICAÇÃO” de H. R. Rookmaaker


“Os artistas em nossa sociedade estão em uma posição muito particular. Por um lado, são bastante considerados, sendo vistos como sumos sacerdotes da cultura, conhecedores dos segredos internos da realidade. Por outro, são vistos como pessoas completamente supérfluas. Respeitados, sim. Porém, muitos estão prontos a permitir que morram de fome. Quere­mos que os artistas sejam sérios e criem coisas profundas com um valor quase eterno, coisas sobre as quais as pessoas ligadas àquela cultura possam conversar séculos mais tarde. Porém, se eles quiserem alcançar sucesso, são forçados a aderir aos gostos do momento, a ser comerciais e a fazer papel de palhaço em vez de sábio. Claro que esse não é um problema novo. Tem sido assim deste o século 18, quando o antigo conceito do artista como artesão começou a ser trocado por um conceito que o considerava tanto um gênio talentoso quanto um segregado social e econômico.

Os artistas cristãos também têm de lidar com essas com­plicadas tensões. Contudo, seus problemas frequentemente são maiores porque é difícil para qualquer cristão viver em um mundo pós-cristão. Espera-se que os artistas trabalhem a partir de suas convicções, mas isso pode ser visto por seus contemporâneos ateus como ultraconservador ou totalmente ultrapassado. Além disso, eles geralmente não contam com o apoio de sua própria comunidade, igreja e família, que os consideram radicais ou desocupados imprestáveis. Eles são acusados de estarem no caminho errado desde o princípio. Assim, os artistas cristãos frequentemente trabalham debaixo de forte pressão.

Por outro lado, precisamos muito de uma arte que seja saudável e boa, e que as pessoas entendam. Se os cristãos fize­rem esse tipo de trabalho, talvez não alcancem grande fama, mas muitos amarão suas obras. E muitos conseguirão ganhar a vida assim. Portanto, não há razão para autopiedade. Há uma contribuição a ser feita em uma época que é, de maneira geral, explicitamente anticristã.

A Arte Não Precisa de Justificativa é dedicado aos artistas cristãos que tive a honra de conhecer e cujo trabalho considero importante em vários aspectos. É resultado de uma palestra realizada em 1975 no Festival de Artes na Inglaterra, ao qual compareceram algumas centenas de jovens artistas que se professavam cristãos ou que eram, pelo menos, interessados na questão. Agradeço a Nigel Goodwin e sua equipe — que organizaram essa e outras conferências similares — pelo convite, uma das muitas demonstrações de amizade baseadas em fé e interesse comuns.

Deve ficar claro que falo primeiramente ao pintor e ao escultor, criadores das artes visuais. Assim o faço pelo fato de meu conhecimento estar primariamente nesse campo. Con­tudo, a situação e os problemas são similares aos enfrentados por muitos artistas, músicos, compositores, atores, escritores, dançarinos, comediantes e outros.”

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A ORIGEM DO NATAL

Por: Rev. Edemar Vitorino da Silva (*)
Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do "menino" Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do "Papai Noel", da "Árvore", das "Luzes", das "Guirlandas", da troca de "Presentes"? Vamos então aos fatos!
I – O SIGNIFICADO DE "NATAL"
A palavra "Natal" - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A "festa de Natal" não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos "natal" e "dia de natal". Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.
Obs. minha: o natal não teve origem com a ICAR, mas sim na época da Torre de Babel, com Ninrode, assistam os vídeos, que ali está muito bem explicado.

II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite." Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar naquela Região (confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13). Consequentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela Região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente entre março a setembro.

III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora "convertidos" em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que "o Natal" se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal" e da prática de se dar "presentes"! Jeremias 10:2-4 - "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova."

V - O "PAPAI" NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho "Noel" não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome "Papai Noel" é uma corruptela do nome "São Nicolau", um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…" Daí teria surgido a prática de se dar presentes"as escondidas" no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o "Dia de Natal" (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes "às escondidas", como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por "coroa de Natal" ou "Guirlanda" são memoriais de consagração. Em grego é "stephano", em latim "corona" - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um "Adorno de Chamamento" e, consequentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a "guirlanda" na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de "guirlanda" no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- "Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos."; em I Cor 10:14-15 está escrito: "Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.". No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa "Missa do Galo", a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.

CONCLUSÃO
Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?
1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. "… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;" - Efésios 5:11 - "Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;" – I Samuel 7:3
2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." João 8:32; "E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2): Jesus disse: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem." (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: "E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus." (Mateus 15:6).
3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: "Feliz Natal", sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".
Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar a sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).



Nos vídeos a origem da farsa do natal está bem mais esclarecida e nos mostra que isso teve início lá na Torre de Babel (quem conhece a Bíblia sabe o que é Torre de Babel), quem não sabe o que é, basta ler o livro de Gênesis:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Graça - Sem ela eu não vivo



Trecho do livro "Despertar da Graça" de CHARLES R. SWINDOLL
 "O que exatamente é graça? Ela está limitada ao ministério e à vida de Jesus? Você vai se surpreender ao descobrir que Jesus nunca usou essa palavra. Ele simplesmente a ensinou e, igualmente importante, ele a viveu. Além disso, a Bíblia nunca nos dá uma defi nição em uma única frase, embora a graça apareça em todas as suas páginas — não apenas a palavra em si, mas numerosas demonstrações dela.
Entender o que signifi ca graça exige que voltemos a um velho termo hebraico que signifi cava “curvar, dobrar-se”. Com o tempo, passou a incorporar a ideia de “favor condescendente”.

Se você já foi a Londres, talvez tenha visto a realeza. Se já foi até lá, você deve ter notado a afetação, a indiferença, o distanciamento. Em algum momento, a realeza da Inglaterra vai virar notícia porque um dos nobres vai parar, ajoelhar-se e tocar ou abençoar um plebeu. Isso é graça. Não há nada no plebeu que o torne merecedor de ser notado, tocado ou abençoado pela família real. Contudo, por causa da graça no coração da pessoa da realeza, existe naquele momento um desejo de parar, curvar-se, tocar e até mesmo abençoar.

O falecido pastor e estudioso da Bíblia Donald Barnhouse talvez tenha expressado melhor a idéia: “O amor que vai para cima é
adoração; o amor que vai para fora é afeição; o amor que se curva é graça”.
3
Mostrar graça é estender favor ou bondade a alguém que não a merece e que nunca poderá fazer nada para ganhá-la. Receber a aceitação de Deus pela graça sempre se coloca em fortíssimo contraste com a tentativa de obtê-la com base nas obras. Todas as vezes que surge o pensamento sobre a graça existe a idéia de ela
ser imerecida. De modo algum o recipiente está recebendo aquilo que merece. O favor é estendido simplesmente em razão da bondade presente no coração do doador. "

3-Romans, Man’s Ruin, vol. 1, p. 72.